A instabilidade da patela ocorre quando a patela (rótula) se desloca parcial ou completamente do seu trilho natural durante o movimento do joelho. Isso pode acontecer devido a alterações anatômicas, frouxidão ligamentar, trauma ou desalinhamento ósseo.
O tratamento tem como objetivo restaurar a estabilidade patelar, reduzir a dor e prevenir novos episódios de luxação.
As opções incluem fisioterapia direcionada, uso de órteses, infiltrações, realinhamento do mecanismo extensor e cirurgias de reconstrução ligamentar — principalmente do Ligamento Patelofemoral Medial (LPFM).
os tratamentos — principalmente o realinhamento e a reconstrução ligamentar — reduzem a chance de recorrência da luxação e devolvem segurança ao movimento.
ao corrigir o desalinhamento e melhorar o controle da patela, o atrito com o fêmur diminui, reduzindo a dor ao caminhar ou subir escadas.
com maior estabilidade e alinhamento adequado, o paciente recupera confiança para praticar atividades físicas e movimentos que antes causavam insegurança.
ao estabilizar a patela, reduz-se o risco de desgaste progressivo e danos permanentes na articulação patelofemoral.
Entender o tratamento é o primeiro passo para cuidar melhor da sua saúde.
As causas incluem desalinhamento dos membros inferiores, anatomia desfavorável do sulco femoral, frouxidão ligamentar, trauma direto e fraqueza muscular. Em alguns pacientes, vários desses fatores coexistem.
Não. Casos leves, especialmente sem luxações recorrentes, podem melhorar apenas com fortalecimento, fisioterapia e correção biomecânica. Cirurgia é indicada em instabilidade persistente ou luxações repetidas.
É a cirurgia que reconstrói o Ligamento Patelofemoral Medial — principal estabilizador da patela — usando um enxerto. Ela é altamente eficaz na prevenção de novas luxações.
Exames como raio-X, tomografia e ressonância avaliam medidas específicas (como TAT-TT e profundidade do sulco femoral). Se houver grande desalinhamento, pode ser necessário um realinhamento da tuberosidade tibial.
A recuperação completa varia de 3 a 6 meses, dependendo da técnica utilizada. A fisioterapia é fundamental para restaurar força e movimento.
Sim. Cada episódio de luxação aumenta o atrito e o risco de lesões na cartilagem, podendo evoluir para condromalácia ou artrose precoce.
Sim. A maioria dos pacientes retorna ao esporte, desde que fortaleça corretamente e tenha liberação médica. O retorno é gradual.
O desconforto é controlado com medicamentos. A dor tende a diminuir progressivamente conforme a fisioterapia avança.
Pode acontecer, por isso é essencial iniciar fisioterapia no momento adequado para recuperar mobilidade e prevenir rigidez.
Sim. As técnicas modernas de reconstrução e realinhamento têm altas taxas de sucesso, reduzindo drasticamente o risco de novos episódios.
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