A artrose do joelho é uma condição degenerativa em que ocorre desgaste progressivo da cartilagem, levando a dor, rigidez, estalos e limitação funcional.
O tratamento pode ser clínico ou cirúrgico, e tem como objetivo reduzir dor, melhorar mobilidade e retardar a progressão da doença.
As opções incluem fortalecimento muscular, controle de peso, medicamentos, fisioterapia, infiltrações com corticoide, ácido hialurônico ou PRP, além de procedimentos cirúrgicos como osteotomia e prótese de joelho em casos mais avançados.
intervenções clínicas e ou cirúrgicas diminuem o atrito entre as superfícies articulares, proporcionando alívio progressivo e mais conforto para caminhar.
o paciente recupera amplitude de movimento, força e equilíbrio, permitindo voltar às atividades cotidianas com mais facilidade.
tratamentos como fortalecimento, correção do alinhamento e infiltrações reduzem o desgaste articular e preservam a articulação por mais tempo.
com menos dor e maior estabilidade, o paciente ganha autonomia para realizar tarefas, trabalhar e praticar atividades físicas leves.
Entender o tratamento é o primeiro passo para cuidar melhor da sua saúde.
Não existe cura definitiva, pois é uma doença degenerativa. Porém, tratamentos modernos conseguem controlar os sintomas, melhorar a função e retardar o avanço da doença por muitos anos.
Sempre que houver dor persistente, rigidez matinal, estalos dolorosos, inchaço ou dificuldade crescente para caminhar e realizar atividades simples do dia a dia.
Sedentarismo, sobrepeso, excesso de impacto, fraqueza muscular, desalinhamento do joelho e atividades repetitivas podem acelerar o desgaste.
Exercícios bem orientados são essenciais. Atividades de fortalecimento e baixo impacto — como musculação leve, bicicleta e caminhada controlada — ajudam a aliviar dor e melhorar função.
Infiltrações são indicadas quando há dor que limita a vida diária, crise inflamatória ou falha de tratamentos conservadores. O tipo (corticoide, ácido hialurônico ou PRP) depende da fase da doença.
Não necessariamente. A maioria dos pacientes melhora com tratamento clínico. A prótese só é indicada em casos avançados, quando a dor é constante e limita muito as atividades.
Não. Com tratamento adequado, muitos pacientes conseguem estabilizar o quadro e manter boa função por anos.
Sim. Reduzir o peso corporal diminui a sobrecarga na articulação e alivia tanto a dor quanto a progressão do desgaste.
Caminhadas leves ajudam. O que atrapalha é o excesso de impacto, inclinação, velocidade ou duração sem preparo adequado.
Quando a dor é contínua, o tratamento conservador falha e a limitação funcional afeta intensamente a qualidade de vida.
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