O joelho possui diversos ligamentos responsáveis por garantir estabilidade durante movimentos como caminhar, correr e mudar de direção.
Além dos cruzados, lesões nos ligamentos colaterais e estruturas estabilizadoras laterais podem comprometer gravemente a função do joelho.
O tratamento cirúrgico envolve reconstrução ou reparo desses ligamentos, geralmente por artroscopia ou pequenas incisões. A cirurgia é planejada conforme o tipo e a combinação de ligamentos lesados, sempre buscando restabelecer a estabilidade completa do joelho.
a reconstrução ligamentar devolve firmeza ao movimento do joelho, prevenindo falseios e melhorando a segurança nas atividades diárias.
um joelho instável aumenta o risco de lesões no menisco e na cartilagem; a cirurgia reduz esse risco significativamente.
com o joelho estabilizado, o paciente consegue realizar movimentos laterais, giros e saltos com muito mais confiança.
o tratamento restabelece alinhamento, força e coordenação, recuperando o padrão normal de movimento.
Entender o tratamento é o primeiro passo para cuidar melhor da sua saúde.
A cirurgia é recomendada quando há instabilidade persistente, lesão combinada de múltiplos ligamentos, fraturas associadas ou quando o paciente deseja retornar ao esporte com segurança.
Podem ser reconstruídos o LCA, LCP, LCM, LCL e estruturas do canto póstero-lateral. Muitos pacientes apresentam lesões combinadas que exigem reconstrução simultânea.
Grande parte das reconstruções é feita por artroscopia. Algumas estruturas, como o LCM ou ligamentos laterais, podem precisar de pequenas incisões complementares.
Sim, o tempo de reabilitação costuma ser mais longo, mas com fisioterapia adequada a maioria dos pacientes volta às atividades normais de forma progressiva.
É possível, especialmente em lesões graves. Por isso a fisioterapia precoce é fundamental para recuperar amplitude de movimento.
Sim, nas primeiras semanas para proteger o reparo. O tempo varia conforme os ligamentos reconstruídos.
A maior parte dos pacientes recupera força total, desde que siga corretamente o protocolo de fortalecimento no pós-operatório.
Em média entre 3 e 6 meses, dependendo da evolução e da estabilidade recuperada.
Não impede totalmente, mas reduz bastante o risco ao restaurar a estabilidade e proteger meniscos e cartilagem.
Entre 6 e 12 meses, dependendo da extensão da lesão, técnica cirúrgica e dedicação à fisioterapia.
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