Osteotomia ao redor do joelho

Sobre o Tratamento

A osteotomia ao redor do joelho é um procedimento cirúrgico que realinha os ossos da perna para redistribuir o peso corporal sobre áreas menos desgastadas da articulação.

É especialmente indicada para pacientes mais jovens ou ativos com artrose localizada, deformidades em varo (“pernas arqueadas”) ou valgo (“pernas em X”).

O objetivo é preservar a articulação natural por mais tempo, melhorar o equilíbrio das forças no joelho e postergar a necessidade de prótese.

INDICAÇÕES

É indicada para pacientes com dor crônica causada por desgaste localizado da cartilagem, especialmente na parte interna ou externa do joelho, quando há desalinhamento ósseo que sobrecarrega uma área específica. Também é recomendada quando o paciente é jovem e ainda não é candidato ideal à prótese total, ou quando deseja manter um nível de atividade física mais elevado.

Quais os benefícios do tratamento?

Redução da dor causada pelo desgaste:

ao realinhar a perna e redistribuir a carga articular, a área doente passa a sofrer menos pressão, o que diminui significativamente a dor.

Melhora da função e da mobilidade:

o procedimento permite que o paciente volte a caminhar com mais conforto, reduza o uso de analgésicos e melhore o desempenho nas atividades diárias.

Preservação da estrutura natural do joelho:

por evitar ou adiar a prótese, a osteotomia mantém a articulação original funcionando por muitos anos, especialmente útil para pessoas ativas.

Retorno mais seguro às atividades físicas:

com o alinhamento corrigido e menos dor, o paciente pode retomar exercícios com menor risco de agravamento da artrose.

Perguntas Mais Frequentes

Entender o tratamento é o primeiro passo para cuidar melhor da sua saúde.

É um procedimento em que o osso é cuidadosamente cortado e realinhado para corrigir desalinhamentos que sobrecarregam uma parte do joelho. Depois, ele é fixado com placas e parafusos até cicatrizar na nova posição.

Para pacientes com desgaste localizado, desalinhamento ósseo e dor persistente. Geralmente é indicada para pessoas mais jovens e ativas que ainda não são boas candidatas para prótese.

Ela não substitui, mas pode adiar a necessidade por muitos anos, preservando a articulação natural e reduzindo sintomas de artrose.

A recuperação é progressiva. Nas primeiras semanas, pode ser necessário apoio parcial com muletas. A fisioterapia é fundamental para recuperar mobilidade, força e função.

Atividades leves podem ser retomadas em 4 a 6 semanas. Atividades que exigem esforço físico podem exigir 3 a 4 meses.

O desconforto é esperado nos primeiros dias, mas controlado com medicação. À medida que o osso cicatriza, a dor tende a diminuir significativamente.

Geralmente após 6 semanas, dependendo da perna operada e do progresso na reabilitação.

Sim, muitos pacientes retornam a esportes de baixo e moderado impacto, desde que autorizados pelo médico.

Ela corrige o desalinhamento de forma precisa, melhorando a distribuição de carga e reduzindo a progressão do desgaste.

Na maioria dos casos não é necessário, mas em algumas situações pode ser indicada a remoção após a consolidação óssea.